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	<title>Dev2Dev Brasil &#187; e-commerce</title>
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	<description>De desenvolvedor para desenvolvedor</description>
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		<title>Aplicações COBOL de Mainframe em baixa plataforma</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 11:41:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emerson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta tomando cada vez mais forma o sonho de alguns e pesadelo de outros, a portabilidade de programas COBOL de mainframe para hardware comum. Com a nova versão do Oracle Tuxedo 10gR3 já é possível oferecer escala e performance da categoria mainframes em sistemas abertos e distribuidos em C, C++ e COBOL, &#8220;sendo a principal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0in; font-family: Calibri; font-size: 11pt;">Esta tomando cada vez mais<span> </span>forma o sonho de alguns e pesadelo de outros, a portabilidade de programas COBOL de mainframe para<span> </span>hardware comum.</p>
<p style="margin: 0in; font-family: Calibri; font-size: 11pt;">Com a nova versão do Oracle Tuxedo<span> </span>10gR3 já é possível oferecer escala e performance da categoria<span> </span>mainframes em sistemas abertos e distribuidos em C, C++<span> </span>e COBOL, &#8220;sendo a principal plataforma para fazer um &#8220;re-hosting&#8221; dos aplicativos de mainframe em hardware comum.&#8221;, conforme a própria Oracle.</p>
<p style="margin: 0in; font-family: Calibri; font-size: 11pt;">Com disponibilidade da opção SALT para habilitar SOA do Tuxedo, o Oracle SALT fornece um gateway de Web Services bidirecional, baseado em padrões e container.</p>
<p style="margin: 0in; font-family: Calibri; font-size: 11pt;">
<p style="margin: 0in; font-family: Calibri; font-size: 11pt;">O Oracle Tuxedo 10<span style="font-style: italic;">g</span> R3 é certificado com o Oracle Clusterware para melhorar a disponibilidade dos aplicativos novos e existentes. Como o Oracle Clusterware também é certificado com o Oracle Real Application Clusters, a integração entre o Oracle Tuxedo 10<span style="font-style: italic;">g</span> R3 e o Oracle Real Application Clusters é significativamente melhorada.</p>
<p style="margin: 0in; font-family: Calibri; font-size: 11pt;">
<p style="margin: 0in; font-family: Calibri; font-size: 11pt;">Segundo Frank Xiong, vice-presidente de Desenvolvimento de Software Oracle. <span style="font-style: italic;">“A modernização do mainframe e o re-hosting representam um enorme mercado, já que 70% dos dados mundiais residem em mainframes. O Oracle Tuxedo é o segredo para desbloquear esses dados e, aprimorando sua integração ao Oracle Fusion Middleware e ampliando seu suporte para padrões de mercado, estamos fornecendo uma plataforma que gera benefícios reais para os negócios.”</span></p>
<p style="margin: 0in; font-family: Calibri; font-size: 11pt;">
<p style="margin: 0in; font-family: Calibri; font-size: 11pt;"><span style="font-weight: bold;">Tuxedo</span> (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Acr%C3%B4nimo">acrônimo</a> para <span style="font-style: italic;">Transactions for </span><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Unix"><span style="font-style: italic;">Unix</span></a><span style="font-style: italic;">, Extended for Distributed Operations</span>) é um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Middleware">middleware</a> utilizado para gerenciar <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transa%C3%A7%C3%A3o">transações</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_distribu%C3%ADdo">distribuídas</a> em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistemas_computacionais">sistemas computacionais</a>. Foi projetado e desenvolvido pela <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AT%26T">AT&amp;T</a> em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1984">1984</a> visando à criação e administração de sistemas de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Com%C3%A9rcio_eletr%C3%B4nico">comércio eletrônico</a> com transações <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Online"><span style="font-style: italic;">online</span></a>. Atualmente o sistema é propriedade da empresa <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oracle">Oracle</a> após a compra da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BEA_Systems">BEA Systems</a></p>
<p style="margin: 0in; font-family: Calibri; font-size: 11pt;">
<p style="margin: 0in; font-family: Calibri; font-size: 11pt;">
<p style="margin: 0in; font-family: Calibri; font-size: 11pt;">Mais informações em <a href="http://www.oracle.com/products/middleware/tuxedo/index.html">http://www.oracle.com/products/middleware/tuxedo/index.html</a></p>
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		<title>Casas Bahia iniciam vendas pela internet em fevereiro</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 11:15:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emerson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/01/13/vendas+pela+internet+comecam+em+fevereiro+3327948.html Está marcada para o final de fevereiro a estreia das Casas Bahia no comércio eletrônico. A grande novidade do projeto é que o consumidor poderá experimentar os produtos como se estivesse numa loja tradicional. O cliente que procurar uma geladeira, por exemplo, vai poder abrir virtualmente a porta do eletrodoméstico, inspecionar os compartimentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>fonte: <a title="http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/01/13/vendas+pela+internet+comecam+em+fevereiro+3327948.html" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/01/13/vendas+pela+internet+comecam+em+fevereiro+3327948.html" target="_blank">http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/01/13/vendas+pela+internet+comecam+em+fevereiro+3327948.html</a></p>
<p>Está marcada para o final de fevereiro a estreia das Casas Bahia no comércio eletrônico. A grande novidade do projeto é que o consumidor poderá experimentar os produtos como se estivesse numa loja tradicional.</p>
<p>O cliente que procurar uma geladeira, por exemplo, vai poder abrir virtualmente a porta do eletrodoméstico, inspecionar os compartimentos e ter alguém que o auxilie na hora da compra. &#8220;Vamos procurar esclarecer no site o que o cliente quer saber do vendedor. Queremos estabelecer um diálogo&#8221;, diz o diretor administrativo e financeiro da rede, Michael Klein.</p>
<p>Ele não dá detalhes das novidades que o seu canal de vendas eletrônico terá. Conta apenas que estão sendo realizadas mais de mil filmagens de demonstração de produtos, que serão ofertados na rede. O objetivo é ter maior interatividade num canal de vendas que ele considera impessoal. Segundo Klein, pesquisas revelam que uma boa parte das compras na internet não são fechadas porque os usuários não têm familiaridade com o computador. O projeto do comércio eletrônico estava previsto para entrar em funcionamento no fim do ano passado.</p>
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		<title>De volta ao mainframe</title>
		<link>http://www.dev2dev.com.br/2008/12/01/de-volta-ao-mainframe/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 21:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emerson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte: Notícia enviada por Ana Ikeda (ana@capitalinformacao.com.br ao site www.resellerweb.com.br http://www.resellerweb.com.br/voce_informa/interna.asp?cod=3568 por Eduardo Gallo, diretor-executivo da SERVICE IT Solutions Os mainframes estão de volta! Aliás, estão na moda. Mas não aqueles que rodavam MVS, ocupavam o CPD inteiro e exigiam resfriamento à água. Refiro-me aos servidores frutos da tendência atual de TI Verde que estão consolidando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Notícia enviada por Ana Ikeda (ana@capitalinformacao.com.br ao site <a title="http://www.resellerweb.com.br" href="http://www.resellerweb.com.br" target="_blank">www.resellerweb.com.br</a><br />
<a href="http://www.resellerweb.com.br/voce_informa/interna.asp?cod=3568" target="_blank">http://www.resellerweb.com.br/voce_informa/interna.asp?cod=3568</a></p>
<p>por Eduardo Gallo, diretor-executivo da SERVICE IT Solutions</p>
<p>Os mainframes estão de volta! Aliás, estão na moda. Mas não aqueles que rodavam MVS, ocupavam o CPD inteiro e exigiam resfriamento à água.</p>
<p>Refiro-me aos servidores frutos da tendência atual de TI Verde que estão consolidando boa parte do processamento das empresas e que rodam Linux, Unix ou até mesmo Windows. E quem os tem não os chama de mainframe, mas apenas de “servidor principal”.</p>
<p>Quem está no mundo da tecnologia há algum tempo percebe que os conceitos atuais de consolidação e virtualização, pilares básicos da TI verde, remontam à década de 70, quando a IBM criou a VM (Virtual Machine). Esta criação, disseminada com o IBM/370 com o sistema operacional VM, permitia que um único mainframe fosse dividido em vários servidores virtuais independentes um dos outros. Esse recurso possibilitava a maximização da utilização do hardware e a multiplexação do seu uso por várias áreas da empresa ou até mesmo por várias empresas diferentes. Quem precisava e podia ter seu próprio mainframe sugava até a última gota de processamento do seu asset. Outras empresas recorriam aos Bureaus de Serviços, que alugavam as máquinas virtuais para diversos clientes simultaneamente.</p>
<p>Mas a tecnologia da informação virou diferencial competitivo e como o mainframe não era acessível para todos, a indústria criou o Downsizing na década de 90. Era a chance de novos fabricantes irem buscar clientes com seus produtos que rodavam UNIX.</p>
<p>Nesta época o &#8220;servidor departamental&#8221; começou a se proliferar e se multiplicou muitas vezes até chegar ao CPD, substituindo o mainframe que algumas empresas já possuíam. E eles foram os responsáveis pelo acesso de muitas outras empresas menores à Tecnologia da Informação.</p>
<p>O fato é que em muitas empresas o crescimento desenfreado destes servidores acabou criando outros problemas: utilização ineficiente do hardware, complexidade na administração e heterogeneidade demasiada nos sistemas operacionais. Então, aos poucos, alguns CIOs começaram a juntar estes servidores no mesmo ambiente e a pensar em como otimizar o seu uso.</p>
<p>A primeira iniciativa foi a consolidação. Era necessário diminuir o número de servidores espalhados pela empresa e trazê-los para perto de uma equipe centralizada de administradores.</p>
<p>Em 1999, surgiu a VMware, empresa criada por ex-IBMers que conheciam virtualização e viram na bagunça dos servidores Intel subutilizados a oportunidade de otimizar o processamento com o seu software.</p>
<p>Em 2001, a IBM lançou seu primeiro servidor UNIX com particionamento lógico. O pSeries p690 permitia que até 16 máquinas virtuais, chamadas de LPARs (Logical Partitions), fossem criadas e rodassem simultaneamente o Sistema Operacional AIX ou Linux.</p>
<p>Estava pronta a infra-estrutura necessária para consolidar o ambiente de TI. Empresas atentas aos benefícios da consolidação através da virtualização adotaram rapidamente uma destas alternativas para tornar seus ambientes de TI mais eficientes, reduzir a complexidade e melhorar a administração.</p>
<p>Mas faltava talvez uma força maior que impulsionasse todos os clientes para esta solução. Daí veio a “onda verde&#8221;. Começou-se a dar mais importância aos custos de energia elétrica e ao espaço utilizado pelos servidores. Percebeu-se que isto era uma componente importante no custo total da área de TI. Soma-se a isso a importância para a natureza de se poupar alguns Kwatts e finalmente todo mundo começa a analisar seus ambientes computacionais e a tentar otimizá-los.</p>
<p>É aí que entra o meu conceito de &#8220;mainframe&#8221;. Para empresas que possuem até 10 servidores Intel é possível afirmar que cada um tem utilização média de menos de 50% (estudos do IDC e Gartner dizem que a utilização varia entre 5 e 15%). Se eles tiverem entre dois e cinco anos, devem ter processadores de 2 GHz. Isso significa que este cliente usa 10 GHz de processamento (10 servidores x 2 GHz x 50% de utilização). Ele estaria apto a comprar um &#8220;mainframe&#8221;.</p>
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		<title>Locaweb anuncia serviço grátis de e-commerce</title>
		<link>http://www.dev2dev.com.br/2008/11/28/locaweb-anuncia-servico-gratis-de-e-commerce/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 17:46:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emerson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bruno Ferrari, de INFO Online fonte: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112008/28112008-21.shl A Locaweb está anunciando uma plataforma de comércio eletrônico voltada a lojas de pequeno e médio porte. O serviço é gratuito e já possui uma base de 4,2 mil usuários. Chamado de Loja Pronta, o serviço gratuito possibilita o desenvolvimento de loja virtual por meio de uma interface [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial; color: #000080; font-size: x-small;"><a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/tags/bruno_ferrari1.shtml">Bruno Ferrari, de INFO Online</a></span></p>
<p>fonte: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112008/28112008-21.shl</p>
<p>A <a title="http://www.locaweb.com.br" href="http://www.locaweb.com.br" target="_blank">Locaweb</a> está anunciando uma plataforma de comércio eletrônico voltada a lojas de pequeno e médio porte. O serviço é gratuito e já possui uma base de 4,2 mil usuários.</p>
<p>Chamado de Loja Pronta, o serviço gratuito possibilita o desenvolvimento de loja virtual por meio de uma interface simplificada. O lojista pode personalizar o layout e integrar diversos meios de pagamento de forma automática com o Pagamento Certo. Para utilizar a aplicação basta se cadastrar no site.</p>
<p>A remuneração da Locaweb virá a partir da tarifa cobrada pelo uso do da ferramenta do Pagamento Certo. Ela disponibiliza uma variedade de opções de pagamento – boleto, cartão, débito em conta &#8211; sem a necessidade de filiação às diversas operadoras de crédito.</p>
<p>A Locaweb possui hoje 4,2 mil lojas virtuais. Fica disponível também o Gateway de Pagamento, que contabilizou 1,5 milhão de transações no primeiro semestre e mais de R$ 300 milhões em valores de compras no período. Segundo dados do Relatório WebShoppers, análise elaborada pelo e-bit, mais de 11,5 milhões de pessoas já compraram pela internet no Brasil.</p>
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		<title>Casas Bahia diz estrear loja online em meses</title>
		<link>http://www.dev2dev.com.br/2008/11/18/casas-bahia-diz-estrear-loja-online-em-meses/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 19:34:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emerson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[fonte: Felipe Zmoginski, de INFO Online http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112008/18112008-37.shl SÃO PAULO &#8211; A rede varejista afirma que terá loja online funcionando entre o final deste ano e o início de 2009. Em junho de 2007, o fundador da rede varejista Casas Bahia, Michael Klein, afirmou que sua empresa estrearia uma loja online ainda em 2008, projeção que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>fonte: <span style="font-family: Arial; color: #000080; font-size: x-small;"><a title="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112008/18112008-37.shl" href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112008/18112008-37.shl" target="_self">Felipe Zmoginski, de INFO Online</p>
<p>http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112008/18112008-37.shl</a></span></p>
<p>SÃO PAULO &#8211; A rede varejista afirma que terá loja online funcionando entre o final deste ano e o início de 2009.</p>
<p>Em junho de 2007, o fundador da rede varejista <a title="http://www.casasbahia.com.br" href="http://www.casasbahia.com.br" target="_blank">Casas Bahia</a>, Michael Klein, afirmou que sua empresa estrearia uma loja online ainda em 2008, projeção que não deve ser cumprida.</p>
<p>A informação causou surpresa na época, uma vez que o modelo de negócios da empresa é há décadas amarrado ao financiamento de móveis e eletrônicos em carnês.</p>
<p>Um dos argumentos para manter os carnês é que, ao ir pagar o boleto na loja todos os meses, o consumidor entra em contato com novas ofertas.</p>
<p>Agora, a empresa explica que está próxima de estrear uma versão para e-commerce e que isto deve ocorrer entre o final deste ano e o início do próximo. A rede já explora um cartão de crédito com sua marca e espera superar a marca de 4 milhões de usuários com seu cartão até o final deste ano.</p>
<p>Com este volume de clientes cadastrados, a empresa acredita que terá uma base sólida para estrear sua loja eletrônica. Os principais concorrentes da rede no varejo, como Ponto Frio, <a title="http://www.americanas.com.br" href="http://www.americanas.com.br" target="_self">Lojas Americanas</a> e Magazine Luiza já possuem lojas eletrônicas.</p>
<p>Este ano, a rede varejista Wal-Mart também estreou uma loja online, a primeira do grupo fora dos Estados Unidos. Em vários itens, como eletrônicos, a loja do Wal-Mart é rival das Casas Bahia.</p>
<p>Há um ano, no dia das mães, a Casas Bahia adotou ferramentas de web 2.0 para promover seus produtos online. Vídeos de até um minuto com mensagens dos consumidores homenageando suas mães e textos gerados por usuários foram publicados no site da empresa e no YouTube.</p>
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		<title>Casas Bahia inicia atividades para captação de clientes WEB</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 17:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emerson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Primeiro passo em direção ao e-commerce das Casas Bahia parece que esta sendo dado! Aproveitando o aniversário de 56 anos da loja que é dia 15 de Novembro, está iniciando um processo de captação de clientes online através de uma festa virtual que esta sendo desenvolvida em parceria com a Young &#38; Rubicam, onde convidam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro passo em direção ao e-commerce das Casas Bahia parece que esta sendo dado!<br />
Aproveitando o aniversário de 56 anos da loja que é dia 15 de Novembro, está iniciando um processo de captação de clientes online através de uma festa virtual que esta sendo desenvolvida em parceria com a Young &amp; Rubicam, onde convidam os usuarios de internet a montrar sua propria festa e comemorar com as Casas Bahia.</p>
<p>Os usuários poderão criar videos de ate 20 segundos com recursos 3D e  diverso temas através do link localizado no Banner que esta no site das Casas Bahia. (<a title="http://www.casasbahia.com.br" href="http://www.casasbahia.com.br" target="_blank">http://www.casasbahia.com.br</a>)</p>
<blockquote><p>Os usuários terão a disposição 10 cenários (Disco, Apê, Rave, Baile, Rua, Praia, Quintal, Infantil, Rodeio e Lua), mais de 80 objetos de decoração, 11 trilhas musicais (disco, axé, country, dance, forró, pagode, rock, romântico, hip-hop, funk, reggae), 10 personagens (cowboy, emo, gala, happer, hippie, nerd, pagodeiro, praieira, roqueiro e vovozinha), 30 figurinos e mais de 40 passos de dança para soltar a imaginação e produzir a sua festa junto com Casas Bahia.</p></blockquote>
<p>Apos finalizar a criação, o usuário receberá um email com a url (link) da sua festa e enviar para seus amigos, pois os criadores das três festas mais acessadas ganharão um notebook.</p>
<p>A promoção será divulgada e contará com o apoio de midia dos portais MSN, Terra, Ig, You Tube, links patrocinados do Google e anuncios de jornais.</p>
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		<title>O site de comércio eletrônico do Wal-Mart vai devorar a B2W?</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 16:24:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[do Portal Exame Por Francine de Lorenzo Sem estardalhaço, o Wal-Mart, maior varejista do mundo, entrou no comércio eletrônico brasileiro. A aproximação silenciosa do gigante, no entanto, não deve ser uma ameaça para a líder do setor no Brasil &#8211; ao menos por enquanto. Controladora dos sites Americanas.com e Submarino, a B2W conta atualmente com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="http://portalexame.abril.com.br/negocios/site-comercio-eletronico-wal-mart-vai-devorar-b2w-400166.html" href="http://portalexame.abril.com.br/negocios/site-comercio-eletronico-wal-mart-vai-devorar-b2w-400166.html" target="_blank">do Portal Exame</a></p>
<h4>Por Francine de Lorenzo</h4>
<p>Sem estardalhaço, o Wal-Mart, maior varejista do mundo, entrou no comércio eletrônico brasileiro. A aproximação silenciosa do gigante, no entanto, não deve ser uma ameaça para a líder do setor no Brasil &#8211; ao menos por enquanto. Controladora dos sites Americanas.com e Submarino, a B2W conta atualmente com confortáveis 60% de participação de mercado. E, na visão dos analistas, ainda não tem motivos para se preocupar. &#8220;Não é fácil roubar o lugar de uma empresa tão bem estruturada quanto a B2W&#8221;, diz Alan Cardoso, analista da corretora Ágora.</p>
<p>Para competir com a líder do e-commerce no Brasil, o Wal-Mart teria de realizar pesados investimentos em logística, processamento e atendimento. Mas essa pode não ser a sua estratégia. &#8220;Em outros países, o comércio eletrônico é apenas um complemento dos negócios, que são focados nas lojas físicas&#8221;, diz Peter Ping Ho, analista da corretora Planner.</p>
<p>O risco do Wal-Mart para a B2W, portanto, dependerá de quanto o varejista está disposto a desembolsar. A estréia tímida de sua loja virtual leva os especialistas a crerem que a rede americana ainda está avaliando o potencial do mercado brasileiro para, somente então, definir quais serão os seus objetivos. &#8220;A luz amarela só deverá acender para a B2W se o Wal-Mart vier com uma campanha agressiva de marketing. Nesse caso, será necessário reagir para defender mercado&#8221;, diz Ping Ho. Para o analista, porém, o mais provável é o Wal-Mart manter a estratégia já adotada em outros países, colocando o comércio eletrônico apenas como um coadjuvante em seus negócios. Outras redes no país, como Ponto Frio e Extra, já fazem isso.</p>
<p>&#8220;Hoje, é mais preocupante para a B2W a desaceleração nas vendas em função da crise financeira que a entrada de novos competidores no mercado&#8221;, ressalta Cardoso. Em sua avaliação, a controladora de Americanas.com e Submarino teria de perder muito mercado para se sentir ameaçada por outra empresa. Já se as vendas recuarem, o impacto será imediato.</p>
<p>No balanço do terceiro trimestre, divulgado nesta quinta-feira (6/11), a B2W mostra que ainda não sentiu a influência da crise financeira. Sua receita líquida subiu 35% em relação ao mesmo período do ano passado, impulsionada pelo aumento no número de clientes, pela maior freqüência de compra e pelo crescimento no valor médio de compra. A margem de lucro antes do pagamento de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda) também subiu, passando de 14,6% em 2007 para 15,5% neste ano.</p>
<p>Segundo a corretora Socopa, a companhia não sentiu o impacto da retração e do encarecimento do crédito devido à sua confortável posição de caixa. Mas, mesmo diante de bons resultados e da tendência de desenvolvimento do comércio eletrônico no Brasil, as instituições estão revisando as suas estimativas. &#8220;Estamos menos otimistas em relação ao setor de consumo, que pode sofrer o impacto da crise econômica com efeitos sobre emprego e renda em 2009. Incorporaremos um cenário mais pessimista em nossas próximas projeções&#8221;, diz a Fator em relatório.</p>
<p>A Brascan também divulgou relatório afirmando que vai rever suas estimativas, mas por ora, mantém o preço-alvo de 81,20 reais para as ações da companhia – que representa um potencial de alta de 182,4% em relação ao fechamento da última sexta-feira (28,75 reais). Já o Santander reduziu, no último dia 27, as estimativas para os papéis da B2W de 95 reais para 61 reais. Apesar das perspectivas menos animadoras, todas as corretoras mantêm suas recomendações de compra para as ações.</p>
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		<title>Ipiranga investe R$ 2,5 milhões em e-commerce</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 13:05:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emerson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A rede de postos Ipiranga investiu R$ 2,5 milhões para entrar no mundo do comércio eletrônico, inaugurando desde o final do mês passado o site Ipirangashop.com. O objetivo, segundo o diretor de marketing da empresa, Ricardo Maia, é o novo canal de vendas se especializar em produtos ligados a automóveis, mas serão oferecidos em torno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="txt_preto_8">A rede de postos Ipiranga investiu R$ 2,5 milhões para entrar no mundo do comércio eletrônico, inaugurando desde o final do mês passado o site Ipirangashop.com. O objetivo, segundo o diretor de marketing da empresa, Ricardo Maia, é o novo canal de vendas se especializar em produtos ligados a automóveis, mas serão oferecidos em torno de 18 mil itens diferentes, como eletroeletrônicos e computadores. Até o Natal, os 3,2 mil postos da rede Ipiranga deverão oferecer de dez a 15 produtos para estimular as vendas de outros itens no site. Cerca de 2,7 mil postos já estão adotando essa estratégia.</span></p>
<p align="justify"><span class="txt_preto_8">Segundo Maia, são produtos como equipamentos menores, como aparelhos de som e de GPS, que traçam rotas e indicam a localização do motorista. Os 2 mil postos da rede Texaco, adquiridos em agosto, também farão parte desse programa, já que serão integrados à rede Ipiranga em cerca de cinco meses, contou Maia. &#8220;Nossa base de 4,2 milhões de clientes com cartão de crédito da Rede Ipiranga nos estimulou muito (a lançar o site)&#8221;, afirmou Maia.</span></p>
<p align="justify"><span class="txt_preto_8">Segundo ele, os clientes da rede terão prazos maiores de parcelamentos das compras, sem juros, em comparação com os demais consumidores. Mesmo com a crise mundial, Maia acredita que não deve haver reflexo para a nova investida da Ipiranga. &#8220;Esse produto (site) vai ser um agregado de receita, trazendo mais fluxo de consumidores para dentro dos postos. eu diria que o nosso setor é um pouco menos afetado por uma crise. Não vemos impacto tão forte no nosso negócio&#8221;, disse o executivo.</span></p>
<p align="justify"><span class="txt_preto_8">A Ipiranga é controlada pelo grupo Ultra desde março do ano passado e registrou faturamento de R$ 19,7 bilhões. A rede de postos Texaco, por sua vez, faturou R$ 11,9 bilhões no mesmo período. No primeiro semestre deste ano, a Ipiranga acumula receita de R$ 10,6 bilhões.</span></p>
<p align="justify">fonte: <a title="http://www.monitormercantil.com.br/mostra_noticia.asp?id2=55158&amp;cat2=empresas" href="http://www.monitormercantil.com.br/mostra_noticia.asp?id2=55158&amp;cat2=empresas" target="_blank">http://www.monitormercantil.com.br/mostra_noticia.asp?id2=55158&amp;cat2=empresas</a></p>
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		<title>Ponto Frio quer 2º lugar no e-commerce</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 13:18:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A rede de lojas Ponto Frio pretende buscar o segundo lugar no comércio eletrônico brasileiro com a reforma da loja virtual Pontofrio.com. Além da reestruturação do site, a marca &#8211; hoje a segunda maior varejista de eletroeletrônicos e móveis do país – criou há dois meses a Pontofrio.com Comércio Eletrônico S.A., responsável pela gestão dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <span class="texto1Orange">rede</span> de lojas Ponto Frio pretende buscar o segundo lugar no comércio eletrônico brasileiro com a reforma da loja virtual <a title="http://www.pontofrio.com.br" href="http://www.pontofrio.com.br" target="_blank">Pontofrio.com</a>.</p>
<p>Além da reestruturação do site, a marca &#8211; hoje a segunda maior varejista de eletroeletrônicos e móveis do país – criou há dois meses a Pontofrio.com Comércio Eletrônico S.A., responsável pela <span class="texto1Orange">gestão</span> dos negócios na web, informa o DCI.</p>
<p>A idéia é participar ativamente de um mercado que, segundo dados da consultoria e-bit, movimentará R$ 8,5 bilhões este ano.<br />
Conforme o CEO do PontoFrio.com, Germán Quiroga, a meta é ampliar a participação de mercado da empresa no e-commerce, que hoje fica em cerca de 4%.</p>
<p>O principal player deste segmento no país tem 50% das vendas nacionais. Pudera: sob a marca B2W, a companhia detém as vendas na web das <a title="http://www.americanas.com.br" href="http://www.americanas.com.br" target="_blank">Americanas</a>, do Submarino e do <a title="http://www.shoptime.com.br" href="http://www.shoptime.com.br" target="_blank">Shoptime</a>, tendo faturado mais de R$ 5 bilhões em 2007.</p>
<p>Além do Ponto Frio, disputam a vice-liderança do e-commerce brasileiro o Extra.com.br, Magazine Luiza, Pernambucanas e Lojas Colombo, entre outros varejistas com faturamento anual entre R$ 200 e R$ 400 milhões.</p>
<p>Para Quiroga, a tendência é que ocorra uma descentralização no comércio eletrônico nacional, tendo em vista a estréia do <a title="http://www.wal-mart.com.br" href="http://www.wal-mart.com.br" target="_blank">Wal-Mart</a> no final de setembro e a expectativa em torno da chegada da <a title="http://www.casasbahia.com.br" href="http://www.casasbahia.com.br" target="_blank">Casas Bahia</a> e do Carrefour, mantidas de pé pelas empresas para ainda este ano.</p>
<p>fonte: <a title="http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=29590" href="http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=29590" target="_blank">Baguete</a><br />
<a class="texto1" href="mailto:glaucia@baguete.com.br">Gláucia Civa</a></p>
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		<title>Ainda falta estrutura para o m-commerce</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 11:33:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com mais de 180 milhões de celulares no Brasil, existem apenas 7 milhões de usuários de internet móvel. Para mudar, esse cenário precisa de apoio das operadoras. “As operadoras estão brincando. Colocam muito propaganda na mídia, mas não investem na infra-estrutura. Até hoje não tem SLA e as redes não melhoram. Elas querem que as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com mais de 180 milhões de celulares no Brasil, existem apenas 7 milhões de usuários de internet móvel. Para mudar, esse cenário precisa de apoio das operadoras.</p>
<p>“As operadoras estão brincando. Colocam muito propaganda na mídia, mas não investem na infra-estrutura. Até hoje não tem SLA e as redes não melhoram. Elas querem que as empresas paguem a conta adiantada”, reclamou Dorival Dourado, diretor de operações da Serasa.</p>
<p>De acordo com Dourado, transações que exigem procedimentos complexos de segurança não são suportadas pela rede celular atual e falta um modelo de negócio claro para que o setor avance como um todo. “Não existe um modelo de negócios convergente.</p>
<p>Operadoras, fabricantes e empresas usam diferentes padrões e modelos, todo mundo quer lucrar. E os usuários têm restrições à idéia de pagar pelo serviço, pois ele já paga pela transferência dos dados”, completou Dourado.</p>
<p>As redes 3G têm potencial para serem um divisor de águas, mas ainda representam cerca de 1% da base instalada. Mas problemas muito mais simples ainda assombram as empresas que querem investir na plataforma móvel.</p>
<p>“O usuário não navega com o celular porque ele não quer ou porque não gosta. Ele não usa porque não encontra o browser. Com a chegada da nova geração dos celulares, isso pode ser superado”, disse Fernanda Magalhães, consultora da Mobext/Havas Digital.</p>
<p>“Segurança e privacidade são fatores que atrapalham o m-business. Hoje você só vê o processo andando rápido quando o segmento é entretenimento. Para plataforma de negócios ainda nãos são encontradas opções para implementar a infra-estrutura de segurança”, completou Dourado, do Serasa.</p>
<p>fonte: <a title="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/102008/20102008-39.shl" href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/102008/20102008-39.shl" target="_blank">Plantão Info<br />
<span style="font-family: Arial; color: #000080; font-size: x-small;"><a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/tags/juliano_barreto1.shtml">Juliano Barreto, da INFO</a></span></a></p>
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